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Apoio emocional que faz a diferença

A rotina intensa de estudos, a autocobrança e a expectativa familiar sobre a aprovação são apenas alguns exemplos de situações que podem gerar preocupação nos jovens que estão se preparando para os vestibulares mais concorridos do país.

Curso PoliedroOrientadora Educacional de São José dos Campos, Ana Paula Rocha Costa, durante atendimento

Esse contexto, se não tratado com atenção, pode acabar prejudicando o rendimento do estudante e afetar sua saúde física e emocional. Pensando nisso, desde 2006, o Curso Poliedro oferece atendimento individualizado aos alunos, realizado pela equipe de orientadores educacionais.

“Nosso objetivo é auxiliar o aluno nessa fase. Ajudamos a montar o planejamento de estudos com base nas dificuldades e individualidades de cada um, orientamos em relação à rotina, inclusive com a inclusão de atividades extras. Além disso, o acolhimento emocional que oferecemos é de extrema importância”, afirma a orientadora de São Paulo, Stella de Luca Rego.

Acolhida – Logo no primeiro dia de aula, os alunos do Curso Poliedro assistem a uma palestra ministrada pelo coordenador da Turma, que apresenta a equipe de orientadores educacionais.

“Esse é o momento em que nos colocamos à disposição dos alunos e explicamos como podemos apoiá-los durante o período de preparação. Eles podem realizar o agendamento conosco, mas ao longo do ano nós também chamamos os alunos para saber como eles estão e oferecermos esse apoio”, detalha a orientadora de São José dos Campos, Alessandra Paradelas Vilas Boas.

Tripé que sustenta a aprovação – Para conquistar uma vaga nos vestibulares mais concorridos do país, não basta apenas dominar todo o conteúdo e ter uma boa estratégia de prova.

“O lado emocional também é tão importante quanto essas outras duas questões, que formam esse tripé. Nós estamos ali para ajudá-los a construir uma rotina equilibrada de estudo, sono, alimentação e cuidados com o físico. Desta forma, eles terão plenas condições de chegar no dia do vestibular e fazer uma boa prova”, avalia Alessandra.

Durante a preparação, a parceria entre a família e a comunidade escolar torna-se ainda mais necessária. “Muitas vezes, os alunos não sinalizam que estão precisando de ajuda. Então a família entra em contato conosco dizendo que o filho (a) está com dificuldades e então nós intervimos. O contrário também ocorre, quando sentimos que o aluno está com dificuldades ou alguma questão importante, nós sinalizamos para a família. Essa troca é uma relação de confiança mútua e que visa exclusivamente o bem-estar e o desenvolvimento do estudante”, conclui Monica.

Superando as dificuldades – A ex-aluna da Turma ITA e aprovada no vestibular de 2017, Ana Flávia da Silva Tuan, resolveu buscar o auxílio das orientadoras e logo notou melhora em seu desempenho. “Com o apoio da Monica, meu horário de estudo começou a dar certo, pois via que minhas notas nos simulados e meu rendimento melhoravam a cada semana”, lembra.

Com o tempo e sentindo-se mais à vontade, os resultados foram cada vez mais satisfatórios. “Compartilhava as minhas aflições, tanto em relação ao vestibular quando em relação a minha vida fora do Poliedro e vi na Monica uma grande amiga. Minha confiança para realizar a prova aumentou quando senti que podia contar com o apoio e com as dicas dela, pois ia fazer uma prova sem peso nos ombros com assuntos externos à prova, focando essencialmente no que era necessário para aquele momento, o que foi um diferencial em relação aos anos anteriores. A busca pela orientação foi imprescindível para que a minha aprovação acontecesse!”, declara Ana Flávia.

O ex-aluno da Turma ITA, Gabriel de Paula Almeida, aprovado no vestibular de 2017 também é um exemplo de perseverança. Em seu terceiro ano de preparação, ele ainda não havia frequentado a sala da orientação, mas resolveu aceitar esse recurso. “Em um dia qualquer decidi marcar um horário para fazer um plano de estudos. No dia fiquei em dúvida se realmente deveria ir, mas interrompi meus estudos e fui. Hoje tenho certeza de que foi uma das escolhas mais certas que fiz no Poliedro”, afirma.

Gabriel define sua experiência como tranquilizadora e uma oportunidade de amadurecimento. “Tornei-me frequentador da sala da orientadora Tatiana, que sempre me acalmava, mesmo com os meus bons e maus resultados. Além de me ajudar a encontrar minhas falhas, ela me auxiliava na busca de alternativas para não só melhorar, como sentir-me capaz. Sua ajuda foi essencial para a minha aprovação e muito do que conversamos ainda se faz presente durante minha trajetória aqui no ITA”, finaliza Gabriel.