Coordenador da FGV explica mudanças no processo seletivo



 

Com o objetivo de garantir a melhor preparação para os alunos, o Curso Poliedro São Paulo promoveu neste mês uma palestra ministrada pelo coordenador do curso de Administração de Empresas da FGV, Nelson Lerner Barth. A palestra, direcionada aos alunos da Turma FGV, também contou com a participação de uma ex-aluna da instituição, Claudia Deberaldine.

Para saber mais sobre o conteúdo abordado, que inclui as mudanças no vestibular, entrevistamos o coordenador da Turma FGV do Curso Poliedro, Júlio Cézar Ferreira dos Santos.

Quais seriam as mudanças no vestibular da FGV?

Júlio – Conforme ocorreu no último vestibular, o estudante que quiser prestar o vestibular da FGV deve apresentar uma carta de motivação e, em uma segunda etapa, será avaliado por meio de um exame oral: uma entrevista com dois professores da escola de administração.

Tal modificação foi inspirada em universidades de prestígio de países como os Estados Unidos, que investigam, na porta de entrada, os motivos que levaram os candidatos até ali.

A ideia é que os estudantes consigam sustentar oralmente o texto que submeteram à FGV.  No exame oral – como acontece nas universidades dos EUA – a avaliação foca as habilidades não cognitivas dos candidatos, como motivação, liderança, trabalho em equipe e capacidade de comunicação, por exemplo.

A modificação também alcançou a oferta de vagas e as modalidades de admissão dos candidatos. No vestibular para as turmas do 1º semestre de 2017, os candidatos concorreram a duzentas vagas assim distribuídas: 98 pelo Vestibular, 98 pelo Enem e 04 por titulação em escolas internacionais.

Para as turmas do próximo semestre, haverá mudança na oferta de vagas: 160 pelo vestibular, 25 pelo Enem e 15 por titulação em escolas internacionais. O detalhe é que é possível concorrer pelas três modalidades. No entanto, se for aprovado para a segunda fase, independentemente da modalidade, será avaliado por um único exame oral.

 

Quais as principais dúvidas dos alunos?

Júlio – Além das dúvidas sobre como elaborar a carta de motivação, os alunos procuram informações de como se postar diante dos avaliadores, como responder às questões de maneira assertiva e sobre os assuntos que os avaliadores podem questionar a partir das informações da carta.

Sobre o Enem, geralmente eles perguntam quais provas serão admitidas para composição da média ponderada admissível pela FGV (exclui-se apenas a nota prova de Ciências da Natureza, e a média a ser considerada é a partir de 650 pontos).

Qual sua avaliação final sobre a palestra?

Júlio – A palestra com o coordenador Nelson e com a ex-aluna da FGV, Claudia Deberaldine, foi bastante exitosa, pois os alunos puderam fazer perguntas a respeito da rotina do curso, das possibilidades de atuação no mercado profissional e sobre as mudanças no processo seletivo. Essas informações certamente fornecerão subsídios para que os alunos possam justificar, com mais qualidade, sua escolha pela FGV. Além disso, evidencia o nosso propósito de alinhar nosso curso às expectativas da Banca Examinadora da instituição.

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